terça-feira, 30 de dezembro de 2014

ATIVIDADE 3.1 - DIRETRIZES DA ESCOLA FRENTE AO USO DAS MÍDIAS SOCIAIS

Após algumas pesquisas, o que pude perceber é que ainda há uma certa re­sistência por parte de muitas escolas na inclusão dos recursos tecnológicos como ferra­menta educacional, especialmente a Internet, incluindo aqui, as redes sociais.
No site da revista Nova Escola, em: http://revistaescola.abril.com.br/formacao/redes-sociais-ajudam-interacao-professores-alunos-645267.shtml, a pesquisadora da divisão de Tecnologia Educacional da Positivo Informática, Betina von Staa, ressalta que se o professor compreende o que o alunos estão interessados, preparará aulas mais focadas e conteúdo mais direcionados. Ela cita ainda que caso o professor decida se relacionar e usar as redes sociais como meio educacional é necessário seguir as mesmas regras de relacionamentos existentes na sala de aula.

No mesmo endereço mencionado acima temos cinco formas de usar redes sociais como aliada da aprendizagem, que são:

1. Faça a mediação de grupos de estudo
Convidar os alunos de séries diferentes para participarem de grupos de estudo nas redes - separados por turma ou por escolas em que você dá aulas -, pode ajudá-lo a diagnosticar as dúvidas e os assuntos de interesse dos estudantes que podem ser trabalhados em sala de aula, de acordo com os conteúdos curriculares já planejados para cada série.
Os grupos no Facebook ou as comunidades do Orkut podem ser concebidos como espaços de troca de informações entre professor e estudantes, mas lembre-se: você é o mediador das discussões propostas e tem o papel de orientar os alunos.
Todos os participantes do grupo podem fazer uso do espaço para indicar links interessantes ou páginas de instituições que podem ajudar em seus estudos. "A colaboração entre os alunos proporciona o aprendizado fora de sala de aula e contribui para a construção conjunta do conhecimento" explica Spiess.

2. Disponibilize conteúdos extras para os alunos
As redes sociais são bons espaços para compartilhar com os alunos materiais multimídia, notícias de jornais e revistas, vídeos, músicas, trechos de filmes ou de peças de teatro que envolvam assuntos trabalhados em sala, de maneira complementar. "Os alunos passam muitas horas nas redes sociais, por isso, é mais fácil eles pararem para ver conteúdos compartilhados pelo professor no ambiente virtual", diz Spiess.
Esses recursos de apoio podem ser disponibilizados para os alunos nos grupos ou nos perfis sociais, mas não devem estar disponíveis apenas no Facebook ou no Orkut, porque alguns estudantes podem não fazer parte de nenhuma dessas redes. Para compartilhar materiais de apoio e exercícios sobre os conteúdos trabalhados em sala, é melhor utilizar espaços virtuais mais adequados, como a intranet da escola, o blog da turma ou do próprio professor.

3. Promova discussões e compartilhe bons exemplos
Aproveitar o tempo que os alunos passam na internet para promover debates interessantes sobre temas do cotidiano ajuda os alunos a desenvolverem o senso crítico e incentiva os mais tímidos a manifestarem suas opiniões. Instigue os estudantes a se manifestarem, propondo perguntas com base em notícias vistas nas redes, por exemplo. Essa pode ser uma boa forma de mantê-los em dia com as atualidades, sempre cobradas nos vestibulares.

4. Elabore um calendário de eventos
No Facebook, por meio de ferramentas como "Meu Calendário" e "Eventos", você pode recomendar à sua turma uma visita a uma exposição, a ida a uma peça de teatro ou ao cinema. Esses calendários das redes sociais também são utilizados para lembrar os alunos sobre as entregas de trabalhos e datas de avalições. Porém, vale lembrar: eles não podem ser a única fonte de informação sobre os eventos que acontecem na escola, em dias letivos.

5. Organize um chat para tirar dúvidas
Com alguns dias de antecedência, combine um horário com os alunos para tirar dúvidas sobre os conteúdos ministrados em sala de aula. Você pode usar os chats do Facebook, do Google Talk, do MSN ou até mesmo organizar uma Twitcam para conversar com a turma - mas essa não pode ser a única forma de auxiliá-los nas questões que ainda não compreenderam.
A grande vantagem de fazer um chat para tirar dúvidas online é a facilidade de reunir os alunos em um mesmo lugar sem que haja a necessidade do deslocamento físico. "Assim que o tira dúvidas acaba, os alunos já podem voltar a estudar o conteúdo que estava sendo trabalhado", explica Spiess.
O site cita também alguns cuidados que devem ser tomadas no momento de realizar as atividades e interações nas redes sociais. São elas:
Estabeleça previamente as regras do jogo
Nos grupos abertos na internet, não se costuma publicar um documento oficial com regras a serem seguidas pelos participantes. Este "código de conduta" geralmente é colocado na descrição dos próprios grupos. "Conforme as interações forem acontecendo, as regras podem ser alteradas", diz Spiess. "Além disso, começam a surgir lideranças dentro dos próprios grupos, que colaboram com os professores na gestão das comunidades". Com o tempo, os próprios usuários vão condenar os comportamentos que considerarem inadequados, como alunos que fazem comentários que não são relativos ao que está sendo discutidos ou spams.

- Não exclua os alunos que estão fora das redes sociais
Os conteúdos obrigatórios - como os exercícios que serão trabalhados em sala e alguns textos da bibliografia da disciplina - não podem estar apenas nas redes sociais (até mesmo porque legalmente, apenas pessoas com mais de 18 anos podem ter perfis na maioria das redes). "Os alunos que passam muito tempo conectados podem se utilizar desse álibi para convencer seus pais de que estão nas redes sociais porque seu professor pediu", alerta Betina.
A mesma regra vale para as aulas de reforço. A melhor solução para esses casos é o professor fazer um blog e disponibilizar os materiais didáticos nele ou ainda publicá-los na intranet da escola para os alunos conseguirem acessar o conteúdo recomendado por meio de uma fonte oficial.
Com relação aos pais, vale comunicá-los sobre a ação nas redes sociais durante as reuniões e apresentar o tipo de interação proposta com a turma.
No endereço: http://www.revistapontocom.org.br/materias/redes-sociais-na-escola, da Revista PontoCom, nos traz os comentários das professoras, Camila Lima Santana, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do IF Baiano, que cita a dificuldade que as escolas tem em incluir no seu projeto educacional o uso da mídias sociais, devido estarem enraizadas em práticas lineares e segmentadas e da professora Andrea Ramal, especialista em novas tecnologias, faz coro com a professora Camila, dizendo que o limite começa a existir quando as redes sociais, em vez de servirem para o desenvolvimento das pessoas e o crescimento dos estudantes, por meio do compartilhamento de conhecimentos e da comunicação intersubjetiva, começam a serem usadas com finalidades que ferem a ética. Para a especialista, cabe aos educadores – na escola e na família – orientarem os estudantes neste sentido.
Analisando essas informações, vejo a necessidade de um trabalho constante voltado para a capacitação e planejamento de ações que visem a inclusão digital das escolas fazendo com que essas possa adotar essas novas metodologias em suas práticas diárias de aprendizagem, não deixando de lado também os métodos tradicionais que possam ajudar a alavancar os índices educacionais e elevar os conhecimentos e a preparação de nossos alunos para uma realidade mais atual.


sábado, 27 de dezembro de 2014

COMPARTILHANDO EXPERIÊNCIAS DE USO DE REDES SOCIAIS

          Nesta publicação estarei compartilhando minhas experiências com o uso das redes sociais, como as conheci e seu uso no cotidiano.
O que são as redes sociais? Abaixo cito a descrição de redes sociais apresentada na enciclopédia livre Wikipédia:
Rede Social é uma estrutura social composta por pessoas ou organizações, conectadas por um ou vários tipos de relações, que compartilham valores e objetivos comuns. Uma das fundamentais características na definição das redes é a sua abertura e porosidade, possibilitando relacionamentos horizontais e não hierárquicos entre os participantes. "Redes não são, portanto, apenas uma outra forma de estrutura, mas quase uma não estrutura, no sentido de que parte de sua força está na habilidade de se fazer e desfazer rapidamente."1

Muito embora um dos princípios da rede seja sua abertura e porosidade, por ser uma ligação social, a conexão fundamental entre as pessoas se dá através da identidade. "Os limites das redes não são limites de separação, mas limites de identidade. (...) Não é um limite físico, mas um limite de expectativas, de confiança e lealdade, o qual é permanentemente mantido e renegociado pela rede de comunicações."2

As redes sociais online podem operar em diferentes níveis, como, por exemplo, redes de relacionamentos (Facebook, Twitter, Instagram, Google+, MySpace, Badoo), redes profissionais (Linkedin), redes comunitárias (redes sociais em bairros ou cidades), redes políticas, dentre outras, e permitem analisar a forma como as organizações desenvolvem a sua atividade, como os indivíduos alcançam os seus objetivos ou medir o capital social – o valor que os indivíduos obtêm da rede social.
          Minhas primeiras experiências com redes sociais foi com o Orkut e Messenger. O Orkut, utiliza-me para compartilhar postagens de textos e fotos e interagir com amigos, colegas e familiares, já o Messenger sua principal utilização era para contatos de negócios. Posteriormente migrei para o Facebook, onde continuo postando, compartilhando, curtindo e comentando postagens de meus amigos da rede, uso também para felicitar os aniversariantes e também para diversão, através do aplicativo Triviador Brasil. Migrei do Messenger para o Skype, o qual utilizo principalmente para entrar com contato com fornecedores da empresa que faço parte.
          Criei um perfil no Twitter, Google+, Linkdin, mas raramente me utilizo essas redes sociais.
          Sempre que sou procurado para auxiliar amigos na utilização dessas redes sociais, dar dicas de segurança e realização de atividades, tento transmitir o conhecimento que tenho da melhor forma possível.

       Com relação à segurança, procuro abrir somente links que considero seguro, com relação ás postagens, procuro colocar somente o que não comprometa, com relação às minhas informações pessoais posto somente o necessário.